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Dia Nacional da Conservação do solo. 15 de abril

Atualizado: Ago 26

No dia 15 de abril comemoramos o Dia Nacional da Conservação do Solo, esse dia propõe uma reflexão sobre a conservação dos solos e a necessidade da utilização adequada desse recurso natural. O solo deve ser entendido como um recurso finito que se não preservado pode ser perdido. Perdendo o solo perdemos a capacidade de produção de alimentos, fibras e energia. A degradação do solo é causada por variados fatores naturais ou humanos, ocasionando processos como erosão, compactação e desertificação. A forma de combater esses processos e conservar o solo e a sua fertilidade se dá através de boas práticas agrícolas.



O solo fértil é aquele capaz de fornecer nutrientes e um bom ambiente físico, químico e biológico para o desenvolvimento das plantas. Entre as principais práticas agrícolas para conservação do solo temos a rotação de culturas, a manutenção, o cultivo e o bom manejo de plantas de cobertura verde. Essas práticas, além de serem boas para o solo, também são boas para o negócio agrícola, uma vez que geram maiores produtividades e rentabilidades. De que adianta investirmos nas melhores sementes, com maior potencial produtivo, defensivos químicos e fertilizantes, se o nosso solo não for capaz de fornecer as condições que a cultura necessita para expressar todo o seu potencial?


O sistema plantio direto, aliado a uma boa rotação de culturas e ao cultivo de plantas de cobertura, é importante pois promove a formação da palhada que protege a superfície do solo contra os agentes de erosão, amortece o impacto do peso de equipamentos e animais contra a compactação superficial do solo, e serve como um isolante térmico, protegendo os micro organismos decompositores do solo contra o calor excessivo e radiação solar, diminuindo a evaporação da umidade do solo. Diferentes espécies de plantas além de promover a exploração do solo com diferentes sistemas radiculares e profundidades, trazendo os nutrientes de camadas profundas para a superfície do solo, promovem uma estruturação e porosidade do solo, que evita a compactação subsuperficial e permite a infiltração e circulação de água e nutrientes.





A INDUTAR defende o cultivo de plantas de cobertura como o nabo forrageiro, com sua raiz pivotante que ataca a compactação do solo, gramíneas como aveia e milheto com um sistema radicular volumoso e profundo, junto com leguminosas como ervilhaca e trevos capazes de realizar a fixação biológica de nitrogênio. Essas plantas devem ser cultivadas e depois roladas por ação do rolo-faca KATRINA, criando uma camada protetora volumosa na superfície do solo. O rolo-faca demonstra ser o melhor equipamento para o manejo da cobertura verde. Sua ação esmaga os colmos, interrompe o fluxo de seiva e corta as plantas em pedaços maiores do que 30 cm, fazendo com que a palha seja decomposta vagarosamente, o que é importante em regiões de altas temperaturas para uma melhor ciclagem de nutrientes. Após esse processo, culturas de maior importância econômica como soja e milho podem ser semeadas nesse solo protegido, limpo, fértil e estruturado. A cultura do milho, produz uma palhada volumosa e fibrosa, difícil de manejar, mas com características ideias para proteção do solo e o plantio direto. Essa palhada deve ser manejada durante a colheita de forma a ficar bem distribuída sobre a superfície do solo. Com esse conceito a INDUTAR desenvolveu a plataforma de colheita de milho MAGNA, que tem a capacidade de retirar as espigas, realizar um corte rente ao solo e uma boa trituração da palhada, realizando o acabamento ideal dessa cobertura seca. Posteriormente a essa colheita, os restos culturais podem ser novamente rolados e preparados para receber novamente as culturas de cobertura ou de inverno.



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